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As Neves 2005
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Participação dos membros de BTT ARCAP no Passeio de BTT da nossa Senhora das Neves em 2005
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Cabreira 2009
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Serra da Cabreira abrigou fim-de-semana de convívio de desporto Foi para conhecer a Cabreira, descobrir os seus encantos e alcançar lugares recônditos, que a ARCAP se propôs, este ano a organizar uma actividade de BTT na serra que faz companhia a uma das cordilheiras inóspitas da zona norte. Ladeada pelo Parque Nacional da Serra do Gerês, a Serra da Cabeira, assim reza a lenda que deve o seu nome a uma jovem e bela Cabreira que por ali costumava guardar seu rebanho – e que o povo quis perpetuar, - também abrigou um fim-de-semana radical e semi-selvagem da secção de BTT desta associação. A Serra da Cabreira é, portanto, o cenário perfeito para aqueles que desejam aliar o descanso à prática de actividades ao ar livre e desfrutar da exuberante paisagem serrana. Aqui, pode-se encontrar com frequência gado de raça barrosã e ainda os famosos garranos, uma espécie portuguesa que vive em estado semi-selvagem perdido na imensidão e na altitude. O ponto mais alto desta serra dá-se a 1262m no chamado Talefe. Aqui, a pressão é enorme, e chegar a tão considerável altitude foi um desafio, depois de mais de 20km de subida continua em singles tracks e estradões. A paisagem é fabulosa e visualmente é possível atingir quilómetros de totalidade do território. Trilhos com história, e uma história que a própria ARCAP deixou, através de encaixes no Turio, aos Fojos e Castanheiros, locais também protejidos pelos estatutos de protecção do Lobo Ibérico, corço e várias aves de rapina que foi possível ver planar enquanto pedalávamos. Não foram as cabanas dos pastores que abrigaram a noite da ARCAP. A etapa iniciou-se, precisamente, onde estava marcada a pernoita, no Parque de Campismo de Vieira do Minho. A partir de então, foram precisos sete horas para percorrer os quilómetros delineados pelo promotor do trilho - o Fausto - que chegou à transição do Minho para Trás-os-Montes. Por entre os mais de 50 quilómetros de pedalagem, foi possível o mergulho ‘natural’ de alguns artistas que não resistiram àquelas águas cristalinas que partem nas cascatas. Foi possível observar as casas de guardas degradadas, e foi possível observar a Fonte de Nascente onde dá origem o Rio Ave, o mesmo que banha a freguesia de Ponte a mais de 50 km de distância. À noite, uma churrascada preparada com afinco pelo os amigos que se ficaram pelo Parque de Campismo e um saudável jantar ‘tipo de encerramento’, foi outro dos pontos altos que já deixou saudades da granítica e alta serra, onde nasce o rio Ave. Nuno Castro Freitas
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Gerês 2006
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Passeio de BTT realizado entre os socios da ARCAP, num fim de semana em Junho de 2006, na serra do Gerês
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Gerês 2008
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Passeio Convívio Gerês 2008 Nos dias 28 e 29 de Junho, a secção de BTT da ARCAP organizou o passeio convívio na mais bela serra natural do país, a serra do Gerês. Num percurso de 40 km´s no meio de relaxantes paisagens, Os “Bttistas” pedalaram e divertiram-se em sintonia com a natureza. No fim, partilharam um merecido jantar no Parque de Campismo de Cerdeira.
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Gerês 2010
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Fotos do Fim de Semana do Grupo de BTT da ARCAP na serra do Gerês e na Cabreira
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Nocturno 2009
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Passeio de BTT realizado no noite de 18 de Agosto de 2009
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S. Bento 2008
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O BTT encerrou ano de actividade no S. Bentinho O grupo de BTT da Academia Recreativa Cultural Amigos de Ponte encerrou no passado dia 5 de Outubro o calendário de actividade, com a costumada ida e volta ao Recinto do Santuário de S. Bento da Porta Aberta, no concelho de Terras do Bouro. Ao longo da vida desta secção, a promoção desta actividade tem sido uma constante, não em forma de promessa colectiva, mas antes tradição que se teima em manter, pela disposição que cria no grupo, convívio e motivo religioso. Passaram mais de seis anos e a assiduidade mantêm-se com o grupo a unir-se na vontade de pedalar mais de 90 km, indo de encontro ao local onde também milhares de peregrinos e devotos invadem ao longo de todo o ano o recinto do Santuário de S. Bento da Porta Aberta, tido como o maior santo milagreiro do Norte do País. A extracção de cravos e outras doenças de pele tornou popular o antigo bispo e fundador da Ordem beneditina, mas hoje o povo atribui a sua intervenção em toda a espécie de situações, desde o 'mal ruim' - como o povo chama a tumores - e outras doenças do organismo humano, até problemas profissionais e familiares. Quem vai S. Bentinho, conforme carinhosamente o povo chama, beijar a imagem do santo e passar a mão ou um lenço pela estátua, para depois se benzerem ‘é um rito’. Nuno C. Freitas
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Santiago 2008
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O grupo de BTT da ARCAP realizou no passado dia 3 e 4 de Maio a primeira peregrinação a Santiago de Compostela em bicicleta, trilhando o Caminho Português, desde Ponte, até àquela ancestral cidade espanhola. Duas etapas, dois dias, cerca de 220 quilómetros, carregando a ansiedade e a emoção de entrar na Praça do Obradoiro de bicicleta, constituiu um desafio aliciante para a grande maioria dos participantes. Um sentimento diferente, em cada um, convergido na espiritualidade, beleza e variedade dos trilhos, e na simpatia de quem apoia e cumprimenta os peregrinos ao longo do percurso. Considerada uma das mais antigas rotas de peregrinação do mundo, o Caminho de Santiago de Compostela (Caminho do Português) é conhecido pelas suas histórias, lendas e místicos rituais, percorrido ao longo dos tempos por peregrinos de todo o mundo. A vontade principal do grupo, além do prazer da aventura, foi “adquirir” um pedaço de história. Registar aspectos históricos, religiosos e sociais que envolvem o Caminho. É, por vezes, mergulhados no silêncio, olhando para longe, e, para dentro de si mesmos que se compreende a verdadeira mística. Vivências mágicas, que fazem parte da vida, mas sobre as quais, no “mundo normal”, não se chega a dar mínima atenção. Surgem questões… respostas... palavras... sentimentos... emoções... descobertas... redescobertas... Depois de um período de preparação, o Caminho começou a ‘falar’. Foram oito os elementos da secção que viveram o sentido do Caminho: Serafim, Manuel, José Adélio, Alberto, Agostinho, Fausto, Ricardo e o Nuno. No apoio, de ‘Transit’ esteve José Teixeira. Foram necessários mais de 200 quilómetros para obter a Certificação Oficial da Compostela, daquele que é o mais extraordinário trajecto monumental / primitivo de todo Ocidente e que arrasta povos de todos os cantos do mundo seja a pé, a cavalo ou bicicleta. A saída aconteceu em Ponte, Largo da Igreja onde foi dada a ‘Benção’. O trajecto alinhou por cidades como Braga, Ponte de Lima e Valença (almoço), com os “selos” portugueses bem expressos em cada credencial. Já em terra de nuestros hermanos, Tui, foi a primeira cidade espanhola. Depois até Redondela, cidade que acolheu os peregrinos de Ponte para pernoita, foi um ápice. As camaratas transpiravam silêncio, e aí o corpo teve lugar a descansar. A cabeça a reflectia para a próxima etapa. Para o segundo dia sobrava o desgaste sofrido do primeiro, acumulado com a dificuldade do terreno e a apreensão da chegada ao destino. A noite mal dormida acordava com o ensaio do canto do galo. O pequeno-almoço reforçado antecedeu o tiro de partida rumo a Pontevedra, cidade fantasma com o dia a romper. Depois localidades como Barro, Caldas del Rei e Padron. O recarregar de baterias era necessário numa manhã temporalmente agradável à pedalada por aldeias e trilhos onde o desgaste da história se constata a cada quilómetro. É neste crescimento da distância, que o álbum de imagens da memória fotográfica de cada um, ganhou razão de crescimento da ansiedade na chegada ao destino. Pode haver imagens mais bonitas que caminho com água, pedras rugosas, trilhos quase intransitáveis (em Portugal, porque em Espanha estimam o caminho) pelas as serras e vales, mas é aqui que se adquire o sentido de liberdade que corre no sangue daqueles que desgastam o Caminho. O constante contacto com a natureza torna cada ser, mais sensível às coisas simples da vida, tornando-os capazes de encontrar a beleza até na mais insignificante pedra que estorva no caminho. É esfusiante chegar à praça do Obradoiro (frente à Catedral do Apostolo S. Tiago). A sensação é indescritível! O ego de auto-estima sobreleva-se, mesmo sabendo que para trás tinham ficado apenas um punhado ‘insignificante’ de emoções sobre o volume que o Caminho pode proporcionar! Nuno C. Freitas
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Santiago 2009
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BTT da ARCAP de novo nos Caminhos de Santiago Foi em ritmo marcado pela chuva, incessante, que a secção de BTT da ARCAP, voltou ao Caminhos Português de Santiago no passado dia 16 e 17 de Maio. Duas etapas para cumprir uma viagem/peregrinação cheia de altos e baixos. Momentos bons, muito bons e momentos menos bons, que fazem sempre crescer cada peregrino no conhecimento de si próprio, na sua relação com os outros. Depois da estreia em 2008, agora em 2009 foram sete os elementos que pedalaram até à praça do Obradoiro, para sentir as emoções, ou apenas cumprir um parágrafo do calendário de actividades da secção. É gracioso chegar à praça, frente à Catedral Santiago de Compostela no final da última etapa. Para trás tinham ficado um punhado de emoções, conseguidos ao longo dos 220 quilómetros que atravessam montes e vales, cidades e aldeias, rios e riachos. Em estreia no grupo esteve o Fernando, juntamente com o Serafim, José Adélio, Alberto, Agostinho, Fausto e o Nuno, os ‘repetentes’, cumpriram, acompanhados no apoio pelo José Teixeira e a sua experiente ‘Transit’. Este ano o Ricardo, que uns dias antes sofreu uma queda, impossibilitando-o de pedalar. À saída tudo igual ao ano passado. O Largo da Igreja em Ponte dava-nos a ‘Bênção’. A boa disposição reinava, apesar da chuva. O trajecto alinhava por cidades como Braga, Ponte de Lima e Valença, com os “selos” portugueses bem expressos em cada credencial. Depois, após almoço e um merecido banho quente no Albergue Municipal de S. Teotónio, o grupo entrou ao ritmo forte da chuva em terras de nuestros hermanos, Tui, foi a primeira cidade espanhola, onde a imponente catedral de Tui recebeu os peregrinos. Depois até Redondela, cidade que nos acolheu para pernoita foi um ápice. Antes a passagem deu-se pela ponte de Febres onde S.Telmo faleceu na sua peregrinação. Em Porriño zona mais industrializada de todo o percurso, a sensação é ‘de outro mundo’. Já no centro da cidade, a frondosa Capela e a linha de caminho de ferro bem no centro da cidade que está preservado por um grande vidro, fazem referencia. Para o segundo dia sobrava o desgaste sofrido do primeiro, acumulado com a dificuldade do terreno e a apreensão da chegada ao destino. A noite mal dormida acordava debaixo de chuva intensa - nada que não estivéssemos habituados, depois de mais de 10 horas a pedalar sob chuva no dia anterior. O pequeno-almoço antecedeu o tiro de partida rumo a Pontevedra, onde a Santuário da Virgem Peregrina delicia pela arquitectura. A seguir localidades como Barro, Caldas del Rei, - onde de pode verificar, em ‘relâmpago’ as famosas termas que durante séculos os peregrinos continuam a lavar os pés. Em Teo, a Fonte dos apóstolos, para recarregar água, merece o simbolismo impar. Finalmente Padron com símbolos de vida e história únicos entrelaçados com aldeias documentadas e trilhos onde a recuperação da história se constata a cada quilómetro no Caminho Português de Santiago. Nuno Castro Freitas
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